Interessados em receber o benefício do programa Bolsa Família, do governo federal, estão na mira de hakers. O novo golpe, identificado pelo laboratório da PSafe, empresa especializada em cibercrime, já ameaçou 600 mil brasileiros. nas últimas 24 horas. O objetivo do ataque é infectar smartphones e deixá-los vulneráveis a outros tipos de crime, inclusive com prejuízofinanceiro.

As vítimas receberam uma mensagem de WhatsApp induzindo-as a responder três perguntas se quisessem ganhar 954 reais. As questões eram: “você possui o cartão Bolsa Família?”, “você recebe todo mês?” e “você conhece amigos ou parentes que recebe?”.

Uma forma fácil de saber que a mensagem era golpe é que o valor do Bolsa Família não é de 954 reais – esse é o valor do salário mínimo. O pagamento do Bolsa Família varia, podendo chegar a 372 reais por mês para famílias em situação de extrema pobreza que acumulam o benefício básico, o variável e o variável jovem.

Independentemente das respostas, a vítima era encaminhada para uma página que pedia o compartilhamento do falso benefício com dez amigos ou dez grupos no WhatsApp. Após o compartilhamento, o usuário era direcionado a outra página de cadastro para fazer download de aplicativos maliciosos.

“O número de pessoas que estão acessando esse golpe está aumentando nas últimas horas. Esse perfil de golpe utilizando a popularidade do WhatsApp tende a ganhar escala rapidamente”, afirma Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

Para evitar cair em falsas promoções, o especialista reforça a importância de as pessoas criarem o hábito de se certificarem sobre a veracidade de toda informação antes de compartilhá-la com seus contatos.

 

Fonte: MSN

Beneficiários do Bolsa Família doaram 15.970.436,50 a candidatos e partidos políticos nesta eleições, segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgado nesta quinta-feira. O valor total de arrecadação declarado à Justiça Eleitoral até o momento é de mais de 1 bilhão de reais e, de acordo com o cruzamento, pelo menos 16.000 beneficiários do programa social aparecem como doadores. Agora, o TSE vai apurar indícios de falta de capacidade econômica de doadores inscritos no cadastro e que realizaram doações para campanhas eleitorais.

Para o cargo de vereador, os cadastrados no programa doaram, em todo país, 12,3 milhões de reais. Já aos candidatos a prefeito, o valor das doações soma 3,5 milhões de reais. Também foram verificadas doações a partidos políticos, que somam 204.433 reais. O maior valor doado por beneficiário do Bolsa Família foi 67.000 reais. Para se ter uma ideia, só podem receber o benefício (que chega a 195 reais) famílias com renda até 170 reais por pessoa.

O ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, afirma que tudo indica que pode haver fraude. “Ou essa pessoa não deveria estar recebendo Bolsa Família ou está ocorrendo o que chamamos de ‘caça CPF’, ou seja, a manipulação de CPF de alguém que está inocente nessa relação, então tudo isso será investigado”. Segundo ele, antes a análise das contas só era feita tempos depois da eleição e, agora, a Justiça Eleitoral troca informações com o Ministério Público, a Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União (TCU), o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), a Receita Federal, além do Ministerio do Desenvolvimento Social e Agrário, para analisar irregularidades ainda durante a campanha.

O levantamento foi feito a partir do cruzamento de dados do TSE e do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), que cadastra beneficiários de programas sociais do governo federal. “A parceria foi muito importante e vamos investigar cada caso desses para saber se pessoas que não necessitam do Bolsa Família estão recebendo ou se os CPFs delas estão sendo usados para praticar crime eleitoral”, disse o ministro Osmar Terra.

 

Fonte: Veja

 

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