A Oitava Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre, rejeitou um recurso da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva para que fosse revertida a decisão do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba que, em julho, determinou um bloqueio de R$ 16 milhões em bens do ex-presidente.

O relator do caso no TRF4, desembargador João Pedro Gebran Neto, já havia rejeitado anteriormente o pedido de levantamento do bloqueio, por entender que a via escolhida para o recurso, um mandado de segurança, não era adequada.

Logo em seguida, o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, entrou com um agravo para que a questão fosse julgada pela Oitava Turma do TRF4, o que ocorreu nesta terça-feira.

O desbloqueio dos bens foi negado por unanimidade pelos três desembargadores que compõem o colegiado: além de Gebran Neto, Victor Luiz dos Santos Laus e o presidente, Leandro Paulsen. Eles entenderam que a defesa de Lula tentou pular instâncias e deveria primeiramente solicitar a liberação dos bens ao próprio Moro.

Em julho, ao determinar o bloqueio, Moro entendeu que a medida seria necessária para reparação de danos à Petrobras em razão da condenação do ex-presidente a nove anos e meio de prisão no caso do apartamento tríplex no Guarujá (SP).

Entre os recursos, além de imóveis e carros, constam R$ 606,7 mil em contas bancárias e mais de R$ 9 milhões em planos de previdência.

No pedido feito ao TRF4, o advogado de Lula, Cristiano Zanin, disse que o bloqueio é ilegal e que a suspensão deve ser anulada para garantir a subsistência do ex-presidente. “O próprio juiz [Moro], ao julgar embargos de declaração opostos contra a sentença pela defesa de Lula, reconheceu que nenhum valor proveniente de contratos da Petrobras foram dirigidos ao ex-presidente”, escreveu o defensor.

 

Fonte: MSN

Em discurso a empresários e investidores italianos nesta quinta-feira (12), o prefeito de São Paulo, João Doria Jr., afirmou que "Lula está mais perto da prisão que das eleições" de 2018.

O tucano, que está em Milão, encontrou-se com executivos da Confindustria, a federação de indústrias da Itália. Defendendo a abertura dos mercados brasileiros, as privatizações nacionais e as municipais do seu programa de desestatização, Doria disse acreditar que o ano de 2018 terá mais crescimento econômico, inflação controlada e "menos populismo".

"Lula está mais perto da prisão que das eleições", comentou o prefeito, apesar de, há poucas semanas, ter admitido que uma prisão do ex-presidente petista em meio ao processo eleitoral seria um "erro histórico", pois "incendiaria o país".

Doria defendeu as reformas levadas adiantes pelo governo do peemedebista Michel Temer e apresentou um vídeo aos empresários com as propostas de privatizações de São Paulo, que incluem o Sambódromo do Anhembi, o Estádio do Pacaembu, o autódromo de Interlagos, além de parques e de áreas do sistema de transporte.

"Isso que está sendo feito em São Paulo pode ser republicado em outras metrópoles, em todo o Brasil", disse Doria, que foi várias vezes aplaudido pelos empresários italianos. "A privatização é absolutamente necessária para o crescimento do país".

A vice-presidente internacional da Confindustria, Licia Mattioli, ressaltou, por sua vez, que o Brasil é um grande parceiro comercial. "A Itália realizou uma missão de empresários há mais ou menos um ano a São Paulo, justamente para demonstrar amizade e proximidade em um momento de crise".

João Doria iniciou hoje uma viagem oficial de três dias à Itália, com passagens por Milão e Veneza. Em entrevista exclusiva à ANSA na semana passada, o prefeito afirmou que o maior objetivo da visita era atrair investimentos estrangeiros, principalmente para o plano de privatizações. (ANSA)

 

Fonte: MSN

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou hoje (11) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro Gilberto Carvalho por corrupção passiva em um dos processos da Operação Zelotes. Os procuradores do caso também acusam mais cinco investigados de beneficiar montadoras de veículos por meio da edição de medidas provisórias.

De acordo com a denúncia, as empresas automobilísticas teriam prometido R$ 6 milhões a Lula e Carvalho em troca de benefícios para o setor.

“Diante de tal promessa, os agentes públicos, infringindo dever funcional, favoreceram às montadoras de veículos MMC [Mitsubishi] e Caoa ao editarem, em celeridade e procedimento atípicos, a Medida Provisória n° 471, em 23/11/2009, exatamente nos termos encomendados, franqueando aos corruptores, inclusive, conhecimento do texto dela antes de ser publicada e sequer numerada, depois de feitos os ajustes encomendados”, afirma o MPF.

 

Fonte: MSN

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), voltou a fazer duras críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante discurso em mais uma ação de zeladoria Cidade Linda na zona sul da capital, divisa com São Bernardo do Campo, reduto eleitoral do petista.

"O povo de São Bernardo sabe quem é o mentiroso e sem vergonha do Lula", disse o tucano. "Nós não estamos aqui para fazer discurso político, mas já que estamos na divisa de São Paulo com São Bernardo vale lembrar ao povo que o Lula e a anta da Dilma enterraram o Brasil nesses 13 anos de governo na maior recessão da história do país".

Aos gritos de "Lula na cadeia" da plateia, Doria reagiu: "A Justiça já foi feita e vai continuar a ser feita. [É um recado] aos petistas que não sabem o que é trabalho porque têm como espelho o Lula, o espelho da vagabundagem, que trabalhou durante oito anos nessa vida e depois viveu das benesses do poder junto a empreiteiros e construtoras." Lula foi condenado por corrupção passiva em primeira instância nesta semana.

Apesar de ter dito que "não precisa ser candidato para se expressar" porque foi eleito, Doria transformou a presença na ação de zeladoria em palanque eleitoral."É no voto direto que vamos vencer do Lula, da Dilma e dos outros sem-vergonha do PT. Nós não vamos deixar e não vai ser por medida judicial. Depois de ser condenado pelo voto, Lula vai ser condenado pelo juiz Sergio Moro a ver o sol nascer quadrado em Curitiba. Antes, vai ser derrotado na urna pelo voto do povo brasileiro", disse Doria que foi ovacionado aos gritos de "presidente" da plateia. Com informações da Folhapress. 

 

Fonte: Noticias Ao Minuto

A condenação do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira (12), se tornou o principal assunto nas redes sociais, com direito a muitos embates políticos e também manifestação dos famosos.

Após vídeo da atriz Luana Piovani, dizendo que estava "tremendo de emoção" com a decisão do juiz federal Sérgio Moro, Alexandre Frota, crítico feroz do político do PT e da esquerda, aproveitou a oportunidade para falar sobre o assunto.

Em um vídeo publicado na internet, ele - sempre polêmico - decidiu brincar e disse que ligou para Wagner Moura para avisá-lo sobre o ocorrido.

“Alô, Wagner? Você tá em Los Angeles? Quem tá falando é o Alexandre Frota". “Deixa eu te perguntar um negócio, tá sabendo que o Lula foi condenado a 9 anos e meio de cadeia?”, questiona.

Mesmo sem garantir que a ligação foi realmente para o baiano, Frota recebeu muitas mensagens no Twitter. “De um lado Wagner Moura, do outro o Alexandre Frota. Escolham um lado”, disse um. “Alexandre Frota ligando pro Wagner Moura pra avisar do caso Lula e seus 9 anos e meio de prisão”, afirmou mais um. “Essa madrugada eu só tô o Alexandre Frota ligando pro Wagner Moura pra falar que o Lula foi condenado”, brincou um terceiro. 

Resposta

A assessoria do ator Wagner Moura, procurada pelo Estadão, negou a ligação.  “Nós assistimos ao vídeo e garantimos que não é ele”, declarou a representante do artista, que disse que não vai mais comentar o assunto.

 

Fonte: Noticias Ao Minuto

O ex-presidente Lula senta nesta terça-feira no banco dos réus para depor pela primeira vez na 10ª Vara Federal, em Brasília, acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. O depoimento de Lula deve começar por volta das 10h, na sala de audiências da Justiça Federal. Ele será interrogado pelo juiz substituto Ricardo Augusto Soares Leite, Ministério Público e defesas dos réus.

A Polícia Militar de Brasília reforçou a segurança nos arredores do prédio do Judiciário, para evitar manifestações contrárias ou favoráveis ao petista. Um trecho da rua W2 Norte, que dá acesso à 10ª Vara Federal, ficará interditado para o trânsito. A defesa de Lula queria que o ex-presidente prestasse esclarecimentos por meio de videoconferência, de São Bernardo do Campo (SP), mas o juiz Ricardo Leite rejeitou o pedido.

Os jornalistas deverão acompanhar o depoimento de Lula de uma sala reservada no prédio, com transmissão em tempo real. A sala de audiências deverá ficar reservada para advogados, assessores, réus e servidores do Judiciário e do Ministério Público. A Justiça Federal não permite o registro de imagens no interior do edifício.

Lula vai se defender da acusação do ex-senador Delcídio do Amaral, segundo quem ele tentou comprar o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, por causa dos escândalos na petrolífera. Confira a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal em julho do ano passado. Lula já depôs como testemunha no processo do ex-deputado Eduardo Cunha e como testemunha à Polícia Federal..

 

Fonte: Veja

 

Nesta terça-feira (14), Alexandre Frota causou grande alvoroço nas redes sociais ao fazer um desabafo com cunho político, onde acabou sendo criticado pelos internautas.

O ator chamou os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva de comunistas, e os acusou de tentarem “cubanizar” o Brasil: “FHC é comunista, fugiu do Brasil para não ser preso no regime militar. Ele e lula são irmãos e criaram o PT e o PSDB para cubanizar o Brasil”, escreveu.

Alguns seguidores decidiram comentar a publicação e dispararam: "Meus Deus como você é burro. Estude um pouco", “Deveria seguir no máximo como ator pornô pois, ao invés de subcelebridade envolvida em política, só dá motivo pra ser gozado”, "Faça algo melhor de sua vida do que ficar passando vergonha na internet", foram alguns dos comentários.

Vale lembrar que em 2014, Frota chegou a declarar apoio ao candidato Aécio Neves do PSBD, e, em maio do ano passado, ele foi recebido pelo Ministro da Educação, Mendonça Filho, com o intuito de apresentar propostas para o ensino no país.

 

Fonte: Noticias Ao Minuto

O dono da UTC, Ricardo Pessoa, confirmou nesta quarta-feira em depoimento ao juiz federal Sérgio Moro que pagou propinas ao PT, entre 2004 e início de 2013, e discutiu sobre a corrupção na Petrobras com executivos da Odebrecht. A empreiteira — cujo acordo de delação foi homologado na segunda-feira passada pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia — é acusada de repassar dinheiro desviado dos contratos da estatal ao partido, a pedido do ex-ministro Antonio Palocci.

Pessoa foi a primeira testemunha ouvida por Moro, na retomada dos trabalhados da Lava Jato, em 2017, em Curitiba. Delator desde 2015, o dono da UTC foi chamado pelos procuradores da força-tarefa da Lava Jato como testemunha de acusação, no processo em que Palocci — ex-titular da Fazenda no governo Lula e da Casa Civil no governo Dilma Rousseff — é réu, ao lado de Marcelo Odebrecht e do marqueteiro João Santana.

Segundo Pessoa, os pagamentos de propinas seriam “contrapartida” por contratos da Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Ele citou propinas na Refinaria Getúlio Vargas, no Paraná, e no Comperj, no Rio, além de acerto em contratos de construção de plataformas, em parceria com a Odebrecht.

Alvo principal do processo, Palocci é acusado de ser o responsável pelo acerto com empreiteiras. Ele está preso desde setembro de 2016. Pessoa disse que nunca tratou com o ex-ministro, mas com o ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto, preso desde abril de 2015.

O dono da UTC afirmou ainda que os pagamentos eram repassados de duas formas: “ou pagamento direto na conta nacional do partido ou em espécie”. Pessoa disse que havia uma “conta geral” da propina.

Advogado de Palocci, José Roberto Batochio disse que seu cliente é inocente e que os delatores não poderiam ser ouvidos pelo juízo como testemunhas, mas como informantes. O PT afirmou que todas as doações recebidas foram legais. A defesa de Vaccari não foi localizada. A Odebrecht não comentou, mas disse colaborar com a Justiça.

 

Fonte: Veja

O ex-presidente Lula, réu na Operação Lava-Jato e alvo de sucessivas denúncias de tráfico de influência, corrupção e lavagem de dinheiro, terá um novo encontro com a Justiça. As suspeitas, fortes, são de enriquecimento próprio e de seus familiares a partir da venda de supostas facilidades a grandes empresas e lobistas no governo Dilma Rousseff. Este é o teor da mais recente denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal nesta sexta-feira e obtida por VEJA. Nela, segundo a acusação, Lula atuou em benefício da empresa sueca Saab, fabricante dos caças Gripen, e das montadoras MMC e CAOA a partir da intermediação do casal de lobistas Mauro Marcondes e Cristina Mautoni, alvos da Operação Zelotes. No esquema, Lula se vendia como o homem que mandava e desmandava no governo Dilma. Em troca, recebia repasses por meio de seu filho caçula, Luís Cláudio Lula da Silva. E-mails, atas de reuniões e agendas do Instituto Lula foram juntados à investigação como prova. Veja as principais descobertas do Ministério Público para encaminhar mais uma acusação criminal contra Lula na Justiça:

Luís Cláudio, o intermediário: O Ministério Público aponta que Luís Cláudio atuou como intermediário de Lula para receber dinheiro do tráfico de influência praticado pelo ex-presidente. De junho de 2014 a março de 2015, o filho caçula do petista aumentou o patrimônio em 770%, sem explicação lícita. Os investigadores mapearam, por exemplo, que Luís Cláudio receberia 4,3 milhões de reais, via LFT Marketing Esportivo, e repassaria parte ao pai político. A deflagração da Operação Zelotes, no entanto, impediu que todos os repasses fossem feitos. Ao final, Luís Cláudio recebeu 2,55 milhões de reais das montadoras Caoa e MMC e da empresa Saab, fabricante dos caças Gripen, clientes da empresa Marcondes&Mautoni (M&M), dos lobistas Mauro Marcondes e Cristina Mautoni.

A influência sob o governo Dilma: A acusação imputa a Lula o papel de vender sua influência para tentar “convencer” a então presidente Dilma Rousseff a fechar contrato com a empresa sueca Saab, fabricante dos caças Gripen. “[As montadoras] MMC, CAOA e a SAAB, fraudulentamente, foram levadas a crer que Dilma Rousseff cederia à vendida influência de Lula, favorecendo-as, e bem por isso pagaram milhões de reais à M&M”, diz o MP. A partir de agosto de 2013, Lula vendeu supostas facilidades e “aderiu à divulgação que faziam de que poderia influenciar Dilma Rousseff”. Em um trecho, o ex-presidente é apontado como o único capaz de sobrepor as resistências dos técnicos do Ministério da Fazenda quanto à prorrogação de benefícios fiscais para as montadoras: “Fazenda não quer. Só vai fazer se o Lula mandar fazer”, diz trecho de documento apreendido.

 

Fonte: MSN

O ator Ary Fontoura foi um dos muitos críticos do governo Dilma. A arte, entretanto, o levou para o lado da petista, ainda que indiretamente. Aos 83 anos, Ary Fontoura viverá Lula, companheiro e apoiador de Dilma, no longa 'Polícia Federal - A Lei é para Todos', dirigido por Marcelo Antunez.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, o ator vai rodar suas cenas em dezembro, no Rio de Janeiro.

Na época da votação do impeachment de Dilma, o ator chegou a fazer um desabafo acalorado em pleno Domingão do Faustão.

"Muitos falam em golpe, até mesmo a presidente. Mas a senhora está empregando a palavra errada. Golpe quem deu foi a senhora, quando prometeu uma série de coisas para os seus eleitores e não cumpriu", disse, na ocasião.

A fala, claro, repercutiu na web e o ator se viu em meio a muitas críticas e elogios.

Um dos atores mais respeitados do país, Ary Fontoura tem 55 anos de carreira na TV. Coincidentemente, embora vivendo há muitos anos no Rio, Fontoura nasceu em Curitiba, sede da Operação tema do filme.

 

Fonte: Noticias Ao Minuto

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