Alisson Costa

Alisson Costa

Nesta quinta-feira (22), Shawn Mendes lançou mais um single, “In My Blood”.

A música é a primeira do próximo álbum de estúdio do cantor. Em entrevista, Shawn revelou que ela foi escrita após ele ter assistido a um show do Kings of Leon e ficar impressionado com a faixa “Sex on Fire”.

“Eu queria escrever meu próprio ‘hino’, mas com minha sonoridade”, disse.

Vem ouvir com a gente:

 

Fonte: PapelPop

Luiz Felipe Scolari viveu o céu com a seleção brasileira, mas também presenciou o inferno. Campeão do mundo, mas personagem da derrota por 7 a 1 para a Alemanha no Mineirão, o treinador analisa o Brasil para a Copa da Rússia, daqui uns meses.

Em entrevista para o jornal espanhol Marca, Scolari não demorou muito a responder se o Brasil era o grande favorito para o próximo Mundial: "Não". O técnico acredita que a seleção brasileira terá concorrência forte pelo título.

"Os principais favoritos são oito, dez seleções. Muitas têm condições para ganhar, não só o Brasil. É a pentacampeã, mas não é a única. Vejo o mesmo Mundial que todos: com oito ou dez equipes bem preparadas e em condições de levantar o troféu", afirmou.

Felipão preferiu não destacar as individualidades de Messi, Neymar ou Ronaldo, ressaltando a importância do coletivo. "Eles são fantásticos, maravilhosos, mas necessitam um trabalho de equipe que os leve a final para vencer".

 

Fonte: MSN

Neste ano, os candidatos que participarão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terão 30 minutos a mais para fazer a prova do segundo dia, que reúne conteúdos de ciências da natureza e matemática. Segundo o edital da prova, publicado hoje (21) no Diário Oficial da União, os estudantes terão cinco horas para fazer a prova no segundo dia e cinco horas e meia no primeiro dia.

Assim como em 2017, neste ano as provas do Enem serão realizadas em dois domingos seguidos: nos dias 4 e 11 de novembro. A estrutura da prova também não mudou: no primeiro dia serão aplicadas as provas de Redação, Linguagens e ciências humanas, com duração de cinco horas e meia, e no segundo dia, as provas de ciências da natureza e matemática, com cinco horas de duração.

As inscrições deverão ser feitas das 10h do dia 7 de maio às 23h59 de 18 de maio deste ano.

A taxa de inscrição foi mantida em R$ 82. O pagamento deve ser feito entre os dias 7 e 23 de maio.

Isenções

A solicitação de isenção da taxa de inscrição deve ser feita entre os dias 2 e 11 de abril. Serão isentos os estudantes que estejam cursando a última série do ensino médio neste ano em escola da rede pública, ou que tenha cursado todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral na rede privada e tenha renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

Também tem isenção o participante que declarar estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda e que esteja inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal . Neste ano, também são isentos os participantes do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) do ano passado.

Os participantes isentos da taxa de inscrição que não compareceram nos dias de prova no Enem do ano passado terão que justificar a ausência por meio de atestado médico, documento judicial ou boletim de ocorrência para fazer o Enem 2018 sem pagar a taxa. O prazo para justificar a ausência no Enem do ano passado vai de 2 a 11 de abril.

O participante que não apresentar justificativa de ausência no Enem 2017 ou tiver a justificativa reprovada após o recurso e desejar se inscrever no Enem 2018 deverá pagar o valor da taxa de inscrição.

Segurança

O edital do Enem continua prevendo a realização de revista eletrônica nos locais de prova, por meio do uso de detectores de metais. A novidade deste ano é que os alunos também deverão permitir que os artigos religiosos, como burca e quipá, sejam revistados pelo aplicador das provas. Quem não permitir a revista poderá ser eliminado.

Imprevistos

Segundo o edital deste ano, o participante afetado por problemas logísticos durante a aplicação poderá solicitar reaplicação do exame em até cinco dias úteis após o último dia de aplicação. Os casos serão julgados individualmente pela Comissão de Demandas.

No ano passado, cerca de 3,5 mil estudantes tiveram que refazer as provas em outra data por problemas como falta de energia nos locais do exame.

Direitos Humanos

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) retirou do edital o item que determinava que a redação que desrespeitasse os direitos humanos teria nota zero. No ano passado, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região determinou a suspensão da regra que previa a anulação da redação que violasse os direitos humanos.

Os resultados do Enem poderão ser usados em processos seletivos para vagas no ensino superior público, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

 

Fonte: Agência Brasil

O Facebook, a rede social utilizada por 2 bilhões de indivíduos que mudou a forma de as pessoas se relacionarem entre elas e com a política, e que está entre as dez maiores empresas de tecnologia do mundo, sofre um cerco em várias frentes desde que foi revelado, há quatro dias, que a consultoria política Cambridge Analytica, que participou das campanhas de Donald Trump e do Brexit, teve acesso ilegal aos dados de 50 milhões de seus usuários. Em dois dias, a companhia perdeu US$ 50 bilhões, 9,15% do seu valor de mercado.

Ontem, a imprensa americana revelou que a Comissão Federal de Comércio dos EUA decidiu investigar o caso, enquanto os Parlamentos Europeu e britânico e o Congresso americano cobraram explicações do fundador e CEO do Facebook, Mark Zuckerberg. As reações foram motivadas por reportagens publicadas no sábado pelos jornais “New York Times” e “Guardian”, que mostraram a amplitude do uso ilegal de dados pela Cambridge Analytica. Numa reação que muitos consideraram tardia, o Facebook baniu a consultoria, proibindo que mantenha páginas ou publique anúncios na rede social.

PAPEL-CHAVE DO ARTÍFICE DO TRUMPISMO

No Reino Unido, Elizabeth Denham, a chefe da Comissão de Informação, órgão regulador do direito à informação, anunciou que busca um mandado para coletar informações nos escritórios da Cambridge Analytica. Os britânicos já investigavam irregularidades na campanha Leave.EU, articuladora do Brexit. A comissão poderá punir o Facebook em até 4% de seus negócios globais quando uma nova lei de proteção de dados entrar em vigor, em maio.

— Chegou o momento de escutar um alto executivo do Facebook com autoridade suficiente para explicar este grande fiasco — disse Damien Collins, deputado que preside a comissão de Cultura do Parlamento. — Perguntamos insistentemente ao Facebook como empresas adquirem e retêm informações de usuários. Respostas de seus representantes subestimaram esse risco e foram enganosas.

Ontem, a Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA abriu investigação sobre o uso ilegal dos dados. Ao menos 12 grupos civis pediram a ação. Fontes indicam que a FTC já avalia se a rede social descumpriu um acordo de 2011, quando se comprometeu a não repassar dados de usuários sem seu consentimento expresso. Segundo o “Washington Post”, se a FTC determinar que o repasse dos dados à Cambridge Analytica foge do que havia sido pactuado, a empresa poderá sofrer uma pesada multa de US$ 40 mil (R$ 132 mil) por cada violação. Não há prazo para análise, mas este tipo de investigação costuma terminar em menos de um ano.

Com isso, as ações do Facebook caíram 2,6% (após um baque de 6,72% na segunda-feira). Somadas as perdas, a desvalorização chega a US$ 50 bilhões — R$ 165 bilhões, valor superior, por exemplo, ao total das ações do Banco Santander no Brasil. Com os números, Zuckerberg é a pessoa que mais perdeu dinheiro no mundo em dois dias: US$ 9 bilhões. As ações do Twitter e do SnapChat também caíram em 2,5% e 10%.

A Cambridge Analytica é acusada de comprar, com a intenção de influenciar eleições, os dados pessoais recolhidos por um aplicativo que funcionava dentro do Facebook. Com os dados, podia fazer campanhas, dentro e fora da rede, voltadas a grupos específicos de eleitores.

O articulador da relação entre a campanha de Trump e a Cambridge Analytica foi Stephen Bannon — então CEO do site ultranacionalista Breitbart News, e que viria a integrar o conselho diretor da empresa, se tornaria braço direito de Trump na campanha e depois trabalharia na Casa Branca.

— Fizemos toda a pesquisa, todos os dados, estatísticas. Montamos os públicos-alvo. Fizemos toda a campanha digital, e nossos dados deram forma à estratégia deles — gaba-se o CEO Alexander Nix num vídeo revelado ontem pelo Channel 4 News.

A rede social se disse ontem “escandalizada” e prometeu “aplicar energicamente políticas para proteger a informação privada”.

— Devemos saber se eles (o Facebook) estão realmente preparados para liderar a indústria na implementação de mais controles para prevenir tudo isso — disse a senadora democrata Dianne Feinstein, defendendo convocar Zuckerberg para depor.

As instituições europeias também pressionaram a rede social: “O Facebook precisa esclarecer ante os representantes de 500 milhões de europeus que dados pessoais não estejam sendo usados para manipular a democracia”, cobrou no Twitter Antonio Tajani, presidente do Parlamento Europeu.

CEO É SUSPENSO APÓS SUGERIR TÁTICAS BAIXAS

No mais novo escândalo, o repórter do Channel 4 News se passou por um funcionário de uma família rica do Sri Lanka que queria ajudar a promover políticos aliados. Em encontros entre novembro e janeiro, marcados secretamente, Nix e outros executivos se vangloriam de contratar empresas de fachada e ex-espiões em nome de clientes, além de sugerirem o uso de propinas e prostitutas para chantagear políticos. Nix chega a falar em “enviar meninas para candidatos”, elogiando ucranianas.

Ontem, mesmo após acusar a reportagem de “deturpar grosseiramente” a empresa, a Cambridge Analytica suspendeu Nix, dizendo que suas falas “não representam valores ou operações da firma”. O cofundador da Cambridge Analytica e agora delator Christopher Wylie, que revelou o caso, anunciou ontem que vai depor na Comissão de Inteligência da Câmara como parte da investigação sobre a interferência russa na eleição de 2016, em suposto conluio com a campanha de Trump.

 

Fonte: MSN

“Deadpool 2” tem estreia programada para dia 17 de maio nos cinemas brasileiros. Porém, o ator Josh Brolin, que interpreta o personagem Cable, contou à revista Entertainment Weekly que está precisando regravar algumas cenas do longa.

“Estou aqui em uma Vancouver cheia de neve fazendo refilmagens para ‘Deadpool'”, revelou o ator.

O estúdio não confirma o motivo das novas gravações para o filme faltando poucas semanas para a sua estreia. Mas segundo o site Cinema Blend, sessões teste do longa tiveram avaliações negativas da plateia que assistiu à sequência.

Já o site Collider afirma que as refilmagens são apenas para adicionar algumas cenas de Cable, e da personagem Domino (Zazie Beetz), já que os dois personagens foram bem elogiados durante as sessões de teste.

 

Fonte: PapelPop

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